- A prova de vida facial passiva da Veridas alcançou os níveis 1 e 2 da iBeta em conformidade com o padrão ISO/IEC 30107-3 em Deteção de Ataques de Apresentação (PAD), atingindo o mesmo nível de segurança anteriormente concedido à sua prova de vida ativa.
- A Veridas alcançou o nível máximo de segurança por parte da iBeta com uma solução passiva implementada em ambientes de navegador, o que representa um avanço importante na indústria a nível técnico e de usabilidade.
- A prova de vida facial passiva permite uma verificação sem fricção, na qual o sistema avalia a imagem capturada em segundo plano, sem necessidade de solicitar ao utilizador a realização de uma ação ou movimento específico.
Veridas, empresa espanhola líder em verificação de identidade e autenticação biométrica, alcançou en 2024 o Nível 1 e 2 por parte da iBeta sobre a sua prova de vida facial passiva em relação ao padrão ISO/IEC 30107-3. Este marco tecnológico demonstra a aposta da Veridas na prevenção de fraude em todos os seus extremos, oferecendo soluções de identidade eficazes, seguras e fiáveis.
Este feito, alcançado em ambientes de navegador, que apresenta uma maior complexidade técnica -uma vez que as opções de controlo da câmara são limitadas-, reduz a dependência do dispositivo utilizado e assegura uma experiência de utilizador ideal.
Uma necessidade crescente
A fraude de identidade cresceu e as empresas e instituições públicas devem dar uma resposta de forma iminente e eficaz. Apenas em 2023, a fraude de identidade custou aos cidadãos norte-americanos um total de 43 mil milhões de dólares, um aumento de 13% em comparação com o ano anterior. O surgimento da Inteligência Artificial Generativa representa uma notícia muito positiva em termos de oportunidades de negócio e capacidade de inovação, mas também colocou sobre a mesa riscos importantes, especialmente no campo da identidade. Segundo a Gartner, em 2023 o número de ataques de deepfakes detetados multiplicou-se por 10.
Neste contexto, é crucial contar com processos de verificação de identidade seguros e fiáveis. Um componente essencial destes processos é a prova de vida, que tem como objetivo assegurar que a pessoa que realiza a verificação é real e não está a utilizar técnicas fraudulentas como fotos, máscaras 3D ou tecnologias de deepfake.
Provas de vida passiva vs. ativa
A prova de vida pode ser de dois tipos: ativa e passiva, dependendo da experiência provocada no utilizador que realiza o processo.
- Ativa: o utilizador deve realizar uma ação específica e aleatória, também conhecida como desafio ou challenge, como mover a cabeça ou sorrir, que varia em cada processo.
- Pasiva: o sistema analisa em segundo plano a imagem capturada, sem que o utilizador tenha de realizar uma ação concreta durante o processo de verificação.
“Alcançar os níveis 1 e 2 da iBeta para a nossa prova de vida passiva reflete não só um marco tecnológico, mas também o nosso compromisso inabalável com os padrões globais mais exigentes. Este feito consolida a posição da Veridas na vanguarda da segurança e da autenticação biométrica, reafirmando a nossa dedicação em combater a fraude de identidade com a máxima precisão e fiabilidade em todas as plataformas digitais”, indicou Carlos Arana, CTO da Veridas.
A Veridas, que já conta com os níveis 1 e 2 da iBeta na sua prova de vida ativa —onde os utilizadores devem realizar ações específicas e aleatórias como mover a cabeça ou sorrir—, demonstra o seu compromisso com o padrão ISO/IEC 30107-3 em Deteção de Ataques de Apresentação (PAD) para a sua prova de vida passiva. Além disso, este marco tecnológico soma-se à recente participação na avaliação NIST PAD, que consolida a aposta da Veridas na avaliação independente das suas soluções com base nos mais elevados padrões de segurança.


